26 Tendências de Marketing no Instagram para 2026
- badOn sua inovação digital

- 22 de dez. de 2025
- 4 min de leitura
Como as marcas precisam evoluir para crescer, engajar e vender na plataforma

O Instagram chega a 2026 consolidando uma mudança profunda: não se trata mais de “acertar o formato da vez” ou tentar decifrar cada nova atualiz
ação de algoritmo. A plataforma passa a exigir uma atuação mais madura das marcas, baseada em narrativa, relacionamento e presença contínua.
Publicações isoladas perdem força. Em um cenário marcado pela saturação de conteúdos, crescimento acelerado da inteligência artificial e mudanças nos sinais de engajamento, ganha destaque quem consegue gerar conversas reais, retenção e identificação emocional com a audiência.
Esse movimento acontece em um contexto em que o Instagram segue extremamente relevante no Brasil. Segundo o DataReportal 2025, o país ocupa a terceira posição no ranking global de usuários, com mais de 134 milhões de contas ativas. Dados da própria Meta mostram ainda que mais de 90% dos usuários seguem pelo menos uma marca, e que mais de 50% utilizam a plataforma para pesquisar produtos e serviços, reforçando seu papel estratégico ao longo de toda a jornada de consumo.
É nesse cenário que Rafael Terra, especialista em tendências digitais, Creator Parceiro da Meta no Brasil e autor best-seller de Instagram Marketing e Autoridade Digital, mapeia 26 tendências de Marketing no Instagram para 2026. Os movimentos refletem práticas já adotadas por marcas e criadores que estão se antecipando ao futuro da plataforma.

A seguir, você confere as principais tendências e como aplicá-las de forma estratégica.
1. O algoritmo muda, mas as pessoas não
O que nunca muda são as necessidades humanas: aprender, se entreter, sorrir e se emocionar. Conteúdos que não despertam sentimento dificilmente engajam.
2. Stories que viram Reels (e não o contrário)
Transformar Stories que performaram bem em Reels de feed gera muito mais alcance do que simplesmente repostar Reels nos Stories.
3. O fim da era das hashtags
Hashtags deixam de ser ferramenta de alcance e passam a ser apenas de categorização. Use de 3 a 5, sempre alinhadas ao nicho, tema e mercado.
4. A métrica mais importante: conversas no Direct
Reels que estimulam mensagens privadas, compartilhamentos e conversas diretas com a marca ganham prioridade no algoritmo.

5. Reels pensados para a TV
Com testes de exibição em televisões, o conteúdo precisa ser encarado como canal, não como peça isolada.
6. Vídeos curtos e vídeos longos convivem
Vídeos curtos seguem fortes para alcance. Já vídeos longos (até 20 minutos) aprofundam relacionamento, autoridade e diferenciação.
7. Expansão do marketing de influência com IA
O Marketplace de Criadores facilita parcerias, afiliados, anúncios de colaboração e novas formas de remuneração.
8. Carrossel + Reels: a dupla do crescimento
Carrosséis geram salvamentos e storytelling. Reels geram alcance e conversa. Juntos, constroem crescimento consistente.
9. Mais valor estratégico ao feed
É no feed que o conteúdo aparece no Explorar. Quem quer crescer não pode manter feed vazio e focar só em Stories.
10. Tráfego direto dentro do Instagram
O “turbinar” posts ganha força com a IA da Meta, desde que a segmentação reflita comportamentos reais do comprador.
11. Menos funis, mais fluxo direto
O consumidor quer descobrir, confiar e comprar sem sair da plataforma. O Instagram vira o funil completo.

12. Alcance internacional com dublagens automáticas
Reels dublados automaticamente ampliam o alcance global de creators e marcas.
13. Edits como aposta da plataforma
Conteúdos editados dentro da ferramenta nativa do Instagram tendem a ganhar mais distribuição.
14. Roteirização deixa de ser opcional
Reels improvisados perdem espaço. Conteúdos com começo, meio e fim sustentam retenção e clareza da mensagem.
15. Stories como extensão estratégica
Repostar Reels automaticamente importa menos do que criar Stories complementares, que aprofundem o tema.
16. A pirâmide do conteúdo
Autoridade no topo, relacionamento no meio, alcance na base. Crescer sem essa lógica é crescer sem direção.
17. Plataforma de testes contínuos
O mesmo conteúdo pode ser testado com ganchos diferentes. Vence quem testa mais rápido.
18. Narrativas sequenciais nos Stories
Stories soltos perdem força. A tendência é contar histórias conectadas ao longo do dia.
19. Menos comentários, mais compartilhamentos privados
O algoritmo passa a valorizar ainda mais envios por Direct e compartilhamentos em grupos.
20. Especialização vence trends
Perfis generalistas perdem relevância. Dominar um território claro de conteúdo se torna essencial.
21. Música deixa de ser protagonista
Mensagem, legenda, narrativa e retenção pesam mais do que usar o áudio do momento.
22. Conteúdo educacional prático em alta
Ensinar de forma direta, aplicável e útil gera autoridade e confiança imediata.

23. POV segue forte
Conteúdos em primeira pessoa, com ponto de vista humano e real, continuam performando acima da média.
24. Tutoriais em série
Séries conectadas aumentam tempo de permanência, visitas ao perfil e retenção.
25. SEO no Instagram: ser encontrado é estratégia
Legendas otimizadas, palavras-chave e perfis bem estruturados geram tráfego contínuo. Viralizar é sorte; ser encontrado é método.
26. IA com direção humana
A saturação de conteúdos artificiais reforça a busca por histórias reais e imperfeitas. A IA acelera processos, mas é a humanidade que constrói comunidade e autoridade.

O Marketing no Instagram em 2026 deixa claro que crescimento não é sobre atalhos, mas sobre estratégia, consistência e conexão real. Marcas que entenderem o Instagram como um ecossistema de relacionamento — e não apenas um feed de posts — terão vantagem competitiva em um ambiente cada vez mais concorrido.
Se a Badon quer se posicionar à frente, o caminho está em unir estratégia, narrativa, dados e humanidade. O futuro do Instagram não é sobre fazer mais conteúdo, e sim sobre fazer conteúdo melhor.





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